Quinta-feira, Setembro 27, 2007

Vá ao Teatro


A partir da próxima segunda-feira, dia 01 de outubro, as noites cariocas ficarão mais "machadianas": é a estréia da montagem de "O Alienista", com o GRUTACHA (grupo de teatro da FACHA), em curta temporada no Teatro Ipanema. Sempre às segundas, sempre às 20 horas. Até o dia 12 de novembro.

Precinhos camaradas: R$ 10,00 (inteira), R$ 5,00 (meia).




Vasco da Gama


Alma lavada, missão cumprida.

Agora é não morrer na praia.

Quinta-feira, Setembro 20, 2007

Amy drugshouse

Eu sei que a piadinha foi péssima, mas não há como negar: infelizmente, a grande nova cantora inglesa Amy Winehouse virou sinônimo de drogas pesadas e, conseqüentemente, de confusão.
De brigas e arranhões em quarto de hotel a vômitos sobre o palco, Amy já protagonizou muita história esquisita em sua, até agora, curta carreira. Fico muito triste quando vejo seu nome envolvido em mais um turbulento caso porque sou muito fã do trabalho da Amy Winehouse. Gostaria de menos merda em sua vida, e mais música na nossa vida. Uma cantora de vozeirão "Motown" e repertório diferenciado não pode ter uma carreira abreviada por inconseqüência. Não quero propôr aqui que Miss Winehouse vire uma Sandy da vida, mas que, pelo menos, não queira trilhar o caminho de Janis Joplin. Amy tem apenas 24 anos, uma longa estrada pela frente, e já ganhou n prêmios musicais ao longo deste ano. Musicalmente, ela merece sim.
Já faz algum tempo, eu comentei sobre o disco "Back to black" aqui no blog. Disco BACANÉRRIMO.
Ainda não ouviu? Ouça. E torça por Amy Winehouse. Afinal, um "wine" - com moderação - cai bem . Vinho é saúde. E (boa) música, também.

Segunda-feira, Setembro 17, 2007

Muita hora nessa calma

Quem sou eu para fazer apologia de remédio... quanto mais de tranqüilizante!! Mas a verdade é que em dias de Renans e afins, nada cai melhor do que um tarja preta. O problema é que os tarja preta sofrem de crise burrocrática, aí a gente tem que contar com o banco reserva para vencer o jogo contra a ansiedade. Descobri, esses dias, um tal de Ansiodoron. Dizem que é homeopático. Sei lá se é, mas funciona. Ok, não dá o mega relax lexotânico, mas quebra lá o galho. Sinceramente, que atire o primeiro frasco quem nunca precisou de um "remedinho" na vida. Até nossas, sei lá, tataravós partiam em busca de alguma ervinha, chazinho... ainda que caseiros, remedinhos eram, ora pois.
E cá estou eu, em pleno século XXI, quem diria, na mesma busca incessante por um "remedinho".. de preferência que não deixe a gente piradona e com a carne trêmula.

Muita hora nessa calma!!!

Quarta-feira, Setembro 12, 2007

Ainda

sobre o caso Renan, escreveu o deputado federal Fernando Gabeira, hoje, em seu Blog:

"Eu sei que nesta quarta-feira, quando o plenário do Senado votar pela cassação ou não do senador Renan Calheiros, vai haver uma morte. A morte política do próprio Renan, ou a morte política do Senado".

É, morreu o Senado. A (re) morte.
Lembremos de "a morte e a morte de Quincas Berro D'água". Aqui, no caso, "A MORTE E A MORTE DO SENADO BRASILEIRO.

Narizes de palhaço pra gente, por favor.

Novidade

JB Online, 17:15, 12 de setembro:

Renan Calheiros escapa da cassação
Por 40 votos a 35, parlamentares decidem pela permanência de Renan Calheiros como presidente do Senado.

Que beleza!

Segunda-feira, Setembro 10, 2007

Sua Majestade, o Samba

“Há quem sambe muito bem”. Talvez não seja meu caso.
“Há quem sambe por gostar”. É, esse é meu caso.
“Há quem sambe por ver os outros sambar”. Sim, contagia.

A letra de “Eu sambo mesmo”, de Janet de Almeida – o mesmo de “Eu quero um samba” – é uma delícia. A levada do samba é inexplicável. Mais inexplicável ainda, é o que essa levada provoca: uma enorme vontade de balançar o corpo todo que, dependendo do lugar onde estejamos, acaba se resumindo a um balançar de pés, ainda que discretamente.
Janet lembrou, porém, que muitos dizem não gostar de samba, o que para ele, é uma máscara facilmente derrubada. Concordo. É claro que existem Sambas e sambas – só que eu falo aqui do Samba mesmo. Ou melhor, do SAMBA – e, sendo assim, é impossível não gostar de samba por muito tempo. Mas se você insiste em torcer o nariz, recomendo um “intensivão”: O “material didático”? Muito Noel Rosa, o próprio Janet de Almeida, Cartola, Nelson Sargento, Geraldo Pereira... assim você estará qualificado para a próxima série, que inclui uma noite deliciosa na Lapa, ao som de Teresa Cristina, Mart’nália, Roberta Sá, Lúcio Sanfilippo, Casuarina, e tantos outros “novos-puro-sangue” daquele que nem mais agoniza (e muito menos morre) Samba Brasileiro.

Des (h) umanidade

E assim me pego falando, mais uma vez do já falado. É que chego à conclusão de que, por mais que a gente fale, nem empre "a coisa fixa". Daí a gente recorre ao velho clichê de sempre. Fazeroquê

O problema é que, a cada dia que passa, mais tenho vontade de cantar "Perfeição", do Renato Russo. Porque a cada dia que passo me deparo com uma faceta pior da humanidade. Me incluo aí, lógico. Afinal, hipócrita seria eu falar de falta de gentileza, honestidade e afins alheia, e me excluir dessa lista, embora acho que, pelo menos nesses dois quesitos que citei, continuo firme e forte. Talvez mais firme do que forte...

Sinceramente, não vou falar mesmo do que já falei tantas vezes... só queria mesmo reforçar essa idéia. Às vezes ela escapa e sinto uma imeeeeeeensa necessidade de retomá-la. Não resolve, mas me acalma. Sei lá, não sei se é essa a palavra.

Mas se alguém souber de algum lugarzinho onde ainda se pratique gentilez, honestidade, respeito, educação, compaixão e amor... por favor me avise.

Sábado, Setembro 08, 2007

Penélope pós-moderna

Tecendo e destecendo,

à espera do homem que não vem.

Ou que talvez nem exista.