Quem gosta de música, certamente já ouviu falar, nos últimos anos, em palavrinhas como “MP3”, “downloads”, expressões como “crise no mercado fonográfico”, “novos formatos de música”, “futuro do cd” etc etc etc. No meio desse bolo, decretou-se o fim da compra de cds para muito breve e a celebração dos novos formatos. De fato, as vendas diminuíram, e muitos artistas investem na Internet. Mas como explicar a proliferação, cada vez maior, de lojinhas de cds usados e barraquinhas de lps e cds? O problema, certamente, não parece estar no “formato cd”. Parece estar no “preço cd”. Somado a isso, por que não o problema dos lançamentos, cada vez piores? Afinal, quem gosta de música, não necessariamente gosta de música... ruim.
Outro dado: a era da nostalgia está aí: 60’s, 70’s, 80’s e quem mais chegar. DJS também estão aí, precisando de material (principalmente vinis). Tudo isso só faz somar o sucesso de tais barraquinhas e lojas especializadas, repare só, sempre lotadas. A festa agora se estende aos DVDs, que mesmo brigando por preços justos no mercado tradicional, acabam sendo consumidos com vontade nesse mercado, digamos, paralelo e não pirata.
Se os profetas do futuro apontam para a música digital, os sábios do passado continuam aumentando o crédito da música analógica.
Onde encontrar – Rio de Janeiro:
Lojas:
Musicale – Tijuca, Copacabana, Ipanema
Barraquinhas da Rua Pedro Lessa – vinis e cds
Sebos ( muitos!)
Sábado, Dezembro 15, 2007
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1 comentários:
Aqui em Campo Campo só se vê essas "lojinhas".
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